A Prefeitura de Ilha Solteira comprará mais um caminhão de lixo, o segundo no atual Governo.

O novo veículo será adquirido com recursos Governo, repassados através da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA). A licitação acontece no dia 23 de julho e devem ser investidos até R$ 237 mil na aquisição do caminhão.

 

Este será o segundo caminhão de lixo adquirido pelo atual governo. A Prefeitura já investiu R$ 273 mil, sendo R$ 230 mil da FECOP e R$ 47 mil de recursos próprios, na aquisição de um veículo que já vem sendo utilizado na coleta em Ilha Solteira. “A melhora do serviço de coleta passa, também, pela modernização dos veículos que são utilizados no serviço. Por isso, estamos sempre buscando recursos para isso. Quem ganha com isso é a população”, disse o prefeito Otávio Gomes.

Coleta – Além de investir na modernização de veículos, a Prefeitura também terceirizou a coleta do lixo orgânico, que agora está sob a responsabilidade da COOPERSELI. Para isso, 14 novos funcionários foram contratados.

 

O secretário de Obras e Serviços Públicos da Prefeitura, Sérgio Rezende, disse que a avaliação dos primeiros dias é positiva. “Os funcionários da COOPERSELI conseguiram terminar o serviço dentro do prazo, sem nenhuma reclamação por parte dos moradores. Outra novidade, é que os sacos de lixo, agora, não estão mais sendo amontoados nas esquinas, mas coletados diretamente nas residências”, disse o secretário.

 

Sérgio também destaca que os funcionários da COOPERSELI, ao fazerem a coleta do lixo orgânico, estão separando material que pode ser reciclado. “Eles retiram o reciclado e colocam em bags, fixados nas laterais dos caminhões. Com isso, o número de material reciclado que era enviado para o aterro pode diminuir em até 30%, aumentando a vida útil do aterro”, afirmou Rezende.

 

Mudança – A Prefeitura decidiu terceirizar a coleta, porque o serviço corria o risco de ser prejudicado devido ao alto número de aposentarias de servidores públicos, principalmente na área de limpeza pública.

Para evitar um colapso, o Governo buscando esse novo modelo, considerado eficiente e econômico ao mesmo tempo. "Tínhamos algumas opções, que era contratar novos funcionários ou terceirizar a coleta. Optamos pelo segundo modelo, mas ao invés de contratarmos uma empresa, passamos o serviço para uma entidade, que é mais econômico para o Município", explica o prefeito Otávio Gomes.

 

Se optasse por continuar fazendo o serviço, contratando novos funcionários, a Prefeitura estima que gastaria anualmente R$ 543 mil com a coleta. Já no chamamento, o Município irá gastar, no máximo, R$ 484 mil.

 

Departamento de Comunicação